quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Modigliani: Imagens de uma vida
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Tá quase
Por gentileza, me vê um copo de água... tônica, para fortalecer minhas ideias...elas estão se esgotando. Traga também um pedaço de bolo de chocolate, para que eu tenha energia pra chegar até o fim. O fim, está próximo...contagem regressiva. Céus, será que precisarei de um terapeuta também? Para tratar de minha depressão “pós-parto”? Isto. Não se esqueça de enviar um terapeuta, e dos bons, para auxiliar-me a caminhar novamente sem minha sombra, ou melhor, para fazer com que ela, de agora em diante, caminhe ao meu lado...
Desabafo de uma mestranda...quase Mestre
domingo, 20 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Família no Museu: Um Encontro Inclusivo

O GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA ATRAVÉS DA SECRETARIA DE TURISMO, CULTURA E ESPORTE, FUNDAÇÃO CATARINENSE DE CULTURA E MUSEU HISTÓRICO DE SANTA CATARINA
CONVIDA PARA O PROJETO
O programa consiste em promover uma ação educativa às famílias que queiram visitar exposições temporárias de arte no Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa.
Promovido por Priscila Anversa (PPGAV/UDESC) e Stéfanie Rocha (Licenciatura em Artes Visuais/UDESC), sob orientação da Drª Maria Cristina da Rosa Fonseca da Silva, o projeto proporcionará momentos interativos da família no museu.
Os encontros acontecerão aos domingos e serão gratuitos. As famílias poderão efetuar pré-inscrição pelo telefone (48) 3028-8091 ou na administração do museu, no horário das 13hs às 19hs. As vagas são limitadas.
Datas: 27 de março; 17 de abril; 29 de maio e 19 de junho
Horários: 10h00min às 12h00min
13h00 às 15h00min
As inscrições serão confirmadas pela equipe do projeto.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Ins-pirações da madrugada
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Certos avessos

Pois bem caros leitores, encerro meus avessos, meus adversos, minhas oposições, pois o dever literalmente me chama. Aurevoir!
sábado, 11 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010
O retorno de Jedi
Depois de 5 meses em abstinência, sem sequer acessar minha própria página - relegada ao abandono - levo um susto ao perceber que o contador de visitas, que estava em cento e poucos da última vez que acessei, atualmente, marca em torno de 500.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Baú de frases

Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros.
Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre. Miguel Sousa Tavares
quinta-feira, 4 de março de 2010
Brian Hunter - Mattresses
O artista Brian Hunter faz muito mais que isso: faz arte!
Não somente o colchão é o suporte de sua obra, como também lençóis, sacos de dormir, apetrechos que tenham relação com o ato de descansar o corpinho. Além do mais, são colocados no espaço urbano, gerando diversas reações ao espectador que aprecia...
É fantástico a relação que ele cria entre aquilo que é essencialmente particular: lençóis, travesseiros, colchões, etc, os quais denunciam as "manchas" do amor, o desgaste, o cansaço, em oposição ao que é público, na medida em que expõe no espaço urbano.
Priscila Anversa
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Pela Inclusão de Artistas nos Museus Brasileiros
Colegas e amigos! É importante que assinem, sem medo; tem credibilidade e segurança.
Não lavem as mãos, não passem a bola pra outro como se você não tivesse nada a ver com isso. Um abaixo assinado tem sentido e valor!
Eis o texto so site
OS MUSEUS BRASILEIROS ABRIGAM AS ARTES?
O IBRAM PENSA QUE NÃO
Os artistas abaixo assinados, integrantes do Conselho Nacional de Política Cultural -(CNPC), como representantes dos segmentos artísticos da sociedade civil, manifestam seu repúdio ao EDITAL Nº 1 do INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS-IBRAM, solicitando ao Exmo. Sr. Ministro da Cultura que ordene sua imediata suspensão e reformulação.
Não bastava o Ministério da Educação, através de suas Universidades Federais, manter longe de seus quadros profissionais de diversas artes formados por elas próprias, por conta de seu equivocado Plano de Carreira (Lei 11.091/2005), conforme já denunciado por nós (Moção n. 2 do CNPC, de 4/6/2008, entregue em mãos ao Ministro Fernando Haddad).
Agora é o próprio Ministério da Cultura que ignora solenemente as artes!
Em 2009, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) já realizou concurso para 26 técnicos nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, Arqueologia, Antropologia, Arquivologia, Biblioteconomia, Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis e Integrados, Educação, Engenharia Civil, História e Museologia. Nada contra, mas por que apenas 1 com formação em História da Arte?
Agora é o recém-criado IBRAM, cujo edital, com inscrições encerradas dia 23/2/2010, oferece 184 vagas para candidatos graduados em Administração, Economia, Análise de Sistemas, Contabilidade, Engenharia, Psicologia, Comunicação, Relações Internacionais, Arquivologia, Antropologia, Arqueologia, Arquitetura, Biblioteconomia, História, Museologia e Sociologia. Outras 47 poderão ser preenchidas por diplomados em “quaisquer ciências humanas e sociais”. Àqueles que se dedicaram ao estudo das diversas artes, restam eventualmente as 6 vagas de “Analista I”, para graduados “em qualquer especialidade”!
Pergunta-se: onde os saberes artísticos encontrarão reconhecimento? Quando a “gestão cultural” federal sentirá necessidade deles? Que museus são estes, que não abrigam em seus acervos pinturas, esculturas, partituras...? Que patrimônio cultural é este, que exclui gravações musicais, indumentárias e registros de danças populares e de literatura oral? Publicações, vídeos e todo o tipo de documentos sobre teatro e circo?
Na certa não são os museus brasileiros, os existentes ou os que pretendemos construir.
Não podemos ficar calados diante deste erro grave, de consequências duradouras, cometido em pleno nascimento de uma instituição tão importante, sonhada e festejada por todos nós militantes da cultura e das artes.
Com a palavra, o Sr. Ministro.
Brasília, 23 de fevereiro de 2010.
Representantes da sociedade civil no CNPC, por área artística:
Adriano Souza Araújo (titular/música popular)
Alice Viveiros de Castro (titular/circo)
Álvaro Santi (titular/música erudita)
Amilson Godoy (suplente/música erudita)
Bruno Monteiro (titular/artes visuais)
Du Oliveira (suplente/música popular)
Maria Beatriz de Medeiros (suplente/arte digital)
Patrícia Kunst Canetti (titular/arte digital)
Solange Lima (suplente/audiovisual)
Wagner Barja (suplente/artes visuais)
Acesse: http://www.petitiononline.com/ib10/petition.html
ASSINE!
Priscila Anversa
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Quanto mais caro, melhor?
Duas páginas da revista Veja de 10/02/2010 prenderam minha atenção para um novo índice no mercado da arte: um leilão vende a obra mais cara do mundo – 104,3 milhões de dólares. A boa nova? Quando uma peça artística bate recorde de preço é sinal de que a economia vai bem!Bem, para o mercado que é um nicho entre tantos outros gigantes, tudo bem.
Mas pera lá...Vamos convir que é complicadíssimo engolir tal valor. E vem a pergunta: como é possível atribuir um valor a uma obra de arte? Mas a questão não é bem esta. Alguns artistas que hoje tem obras avaliadas em milhões renegaram a “prostituição” pública enquanto vivos.
Estes valores estrondosos que causam tanto burburinho entre a plebe são de fato incompreensíveis, incomensuráveis, principalmente para quem custa a comprar um singelo artesanato se o mesmo custar mais que 30 reais. Não por que não valorizamos nosso dinheiro. Com 30 reais você faz uma refeição a dois no McDonald’s (e sem peso na consciência...) Eis que suas prioridades são outras. Saciar a vontade de comer dá mais prazer que olhar para uma miniatura de renda de bilro jogada no canto de seu criado mudo... Ta bom, não tem como comparar um artesanato de 30 reais com uma obra vendida a quase 105 milhões...De fato, ambas são “bibelôs”, uma do pobre, outra do rico. Mas não deixam de ser objetos, que só terão valor na medida em que a pessoa que adquirir depositar alguma consideração no objeto em si, seja o artesanato da rendeira ou a obra de arte.
No início de fevereiro a escultura O homem caminhando I – um bronze com 1,83 metros de altura - de Giacometti, foi arrematada por 104,3 milhões de dólares, em Londres. É o mais alto preço já pago por uma obra. O recorde anterior pertencia a Pablo Picasso, Menino com Cachimbo, vendida por 104,1 milhões, em 2004.
O que define o valor de uma obra de arte? Existem muitos aspectos no entorno da arte e da economia. A idade do artista, a complexidade de uma obra em dada época. O leilão começou com dez lançadores, findou com dois e em 10 minutos. O salão explodiu em palmas. Era o novo recorde mundial. Em valores atualizados considerando a inflação, Picasso permanece à frente, com 118 milhões. Van Gogh, com Retrato do Doutor Gachet, que foi arrematado por 82,5 milhões há vinte anos, hoje equivale a 135,5 milhões, é ainda campeão mundial.
A lei da oferta e da procura é o que justifica o preço da obra de Giacometti, pois suas obras mais importantes raramente chegam ao mercado.
Para uma escultura o valor pago é estratosférico. O recorde pago foi de Brancusi, 36,8 milhões.
Giacometti era venerado por Sartre, que o chamou de “santo existencial”. Era o arquétipo do artista de seu tempo: sentava nos cafés de Paris, fumava um cigarro atrás do outro, raramente comia antes da meia-noite e dizia ter medo de suas próprias esculturas. Morreu aos 65 anos em 1966. Foi valorizado efetivamente na década de 80. Hoje, uma das esculturas que causavam pavor no próprio artista é recorde mundial no mercado de arte. A pergunta que não quer calar? Quem levou esta bolada toda? Tomara que a família seja grande, pois a herança é...
Priscila Anversa
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Arte e Vestibular - queridos, chegamos!!!

Além de exigir que o aluno domine as disciplinas tradicionais do ensino médio, tornou-se comum os vestibulares cobrarem também conhecimentos de arte, que são pedidos inclusive no novo Enem.
Questões sobre manifestações plásticas, cênicas e visuais e sobre música deverão ser respondidas, ao menos, pelos 4,5 milhões de estudantes inscritos no Enem e pelos candidatos de Unesp, FGV-Direito e UnB (Universidade de Brasília).
Mas não é preciso entrar em pânico. Os organizadores dos exames seletivos dizem que não serão cobrados conhecimentos específicos, mas sim capacidades interpretativas, de relacionar as artes com outras disciplinas e com o cotidiano.
Na Unesp, a disciplina foi incluída no programa neste ano, como parte de um conjunto de alterações que modificou todo o vestibular da instituição.
Também no novo Enem é a primeira vez que as artes estão explicitamente entre as matérias cobradas.
Inep e Vunesp, organizadores, respectivamente, do Enem e do exame da Unesp, dizem que o conteúdo de suas provas é baseado nos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), que orientam o currículo do ensino médio. Ou seja, não vão pedir nada além do que o aluno aprendeu na escola.
A Fuvest só cobra artes na prova de habilidades específicas.
Na FGV-Direito e na UnB, as questões de artes não são novidade. Desde o primeiro vestibular para direito na FGV, em 2004, o exame tem perguntas de artes visuais (plásticas e cinema) e literatura.
José Garcez Ghirardi, coordenador de metodologia, diz que, para a FGV, cobrar habilidades nessa área ajuda a selecionar os alunos que a instituição quer. "Eles devem ser capazes de apontar formas diferentes de construir o mundo", diz.
Uma dica para ir bem na prova de artes é estar atento às opções de lazer e cultura. "Incentivo os alunos a irem a museus, cinema, teatro", diz Augusta Pereira, professora de literatura do Cursinho do XI, que vê nos passeios uma forma de complementar o aprendizado.
Mas a coordenação do vestibular da Unesp adverte: "Conselhos como sugerir que se vejam mais filmes ou mais peças de teatro ou se visitem mais museus são ineficientes se o aluno não apresentou um desempenho satisfatório ao longo dos anos de escola, pois não o levarão a aprender o que não aprendeu no tempo devido".
O formato deixa o vestibulando Esdras dos Santos, 24, tranquilo. Candidato a arquitetura, ele dá aulas de violão e já fez vários cursos de desenho.
Esdras diz que intensificou idas a museus no último ano e, na companhia da namorada -também vestibulanda-, tem assistido a filmes relacionados a história, literatura e arte. Ele ainda usa da internet para pesquisar mais sobre os temas.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O tempo que ganhamos

Autoria desconhecida
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Viagem ao centro de...São Paulo
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Presenteando o colégio com arte
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Let's fly baby?

domingo, 13 de dezembro de 2009
Ucronia Poética
domingo, 22 de novembro de 2009
Potência intempestiva

Dizem que uma imagem fala por si, que não necessita de palavras nem interpretação. Claro que sou adepta a este discurso. Entretanto, enquanto pesquisadora de Semiótica, há momentos em que é necessário estruturar uma leitura de imagem para poder encontrar as diferenças. A comparação estabelecida ajuda a criar julgamentos e por fim, interpretar um texto visual, e assim, exercitar potencialmente minhas inquietações artísticas...

Se bem que o artista que provoca todo este rebuliço em meus pensamentos, o grafiteiro britânico Banksy, certamente não compartilha a idéia da semiótica... Ele é um tanto recluso, não aparece na mídia, não faz alarde, não é celebridade...mas sua arte é mais que grandiosa, é silenciosa, é um tapa na cara, porque me faz engolir seco certos conceitos, envergonha-me enquanto pessoa por estar limitada também...por não poder fazer nada, assim como ele, a não ser expressar-me por palavras, ou pela arte...Moral da história? Globalização. Sim, temos a arte política, crítica, nua e crua também.
problemas sociais, incorpora o humor e sarcasmo em suas produções. Sim, ele está entre os meus artistas favoritos, os quais felizmente não consigo definir ordem de preferência...Aprecio demais a crítica à sociedade do consumo, mais precisamente, aos americanos. O filósofo Buckhardt fala sobre a cultura do Renascimento na Itália, referindo-se à moral e religião, onde é possível reportar aos Estados Unidos. O que os italianos foram para Renascimento é o que os EUA são para o pós-modernismo. "Uma grande nação, entrelaçada por sua cultura, seus feitos e sua experiência, (...) pode permitir-se ignorar tudo, tanto seus acusadores quanto seus defensores: ela segue vivendo (...)”. (BUCKHARDT, A cultura do Renascimento na Itália: um ensaio,1991)
A obra de Banksy mesmo que figurativa, está inserida no conceito de aparição, de configuração. Ela não é a representação do mundo em si, mesmo que represente uma situação. Ela é a representação da representação. Aquilo que está ali, visível, é invisível. O que se mostra está além do visível, além do que os nossos olhos olham. Mas isso é uma "esquizofia" filosófica sem fim...A verdade é que a arte têm funções múltiplas. Geralmente a função social e política costuma ser discutida na arte, e não na publicidade, por exemplo, que em sua maioria já transmite uma ideia pronta - a imagem já nos diz o que significa antes mesmo de pararmos para pensar.








